quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A BÍBLIA: O CÓDIGO ESTELAR (PARTE I)

A estrela de Davi

A Bíblia Sagrada, ao lado de outros documentos milenares, que narram diversas e intrincadas estórias de povos distintos, entre fatos heroicos e sagas intermináveis, é, sem dúvida, um dos textos mais lidos, traduzidos e polêmicos do mundo. Em sua malha textual, conexões impressionantes suscitam questionamentos sobre o teor de sua constituição histórica e, sobretudo, teológica. De um lado, as incríveis façanhas de homens e mulheres, quase divinais, escolhidos pelas entidades supremas para cumprirem missões messiânicas na terra, em nome do Bem, que deve triunfar sobre o Mal, através de princípios e dogmas insofismáveis. Do outro lado, a ronda do mistério, que se interpõe como uma verdadeira cortina de fumaça a separar o natural do sobrenatural, as leis reveladas no plano inferior e os códigos indecifráveis do plano superior. A linha tênue, que divisa o visível do não - visível denuncia, no vazio aparente, outras realidades; portais(que estão sendo)proibidos de serem abertos; perguntas sem respostas no vácuo de uma compreensão, amordaçada por vontades temporais e a serviço do domínio das informações e da verdade sob ocultamentos de toda ordem: por quê?

O Disco Alado dos Anunnakis - aqueles que desceram dos céus
Avizinham-se os dias da revelação sobre a verdadeira identidade da raça humana, sua origem e sua ligação irrefutável com outras dimensões. Gradativamente, a história oficial é arruinada a partir das evidências de um saber científico, que ultrapassa as considerações de uma arqueologia aos moldes clássicos ou de métodos estanques, que compartimentalizam o conhecimento sem, ao menos, relacionar as partes envolvidas; os arquivos vivos, que completarão o elo perdido e revelarão, definitivamente, a verdadeira estória da vida sobre a face do planeta Terra. Assim, o olhar crítico modula, no campo de visão, a reunião de eventos, narrativas e descobertas, aparentemente distantes no tempo e no espaço, mas que integram um quebra-cabeças perfeito em nome da reconstituição fiel da trajetória das humanidades, que semearam a vida na Terra, em tempos mais do que remotos. A tentativa de manter intocáveis os lacres, que mantêm o segredo sobre o surgimento da vida e sua evolução, a cadeia simbiótica entre humanos e não - humanos e a presença de seres de outras civilizações, que estiveram no planeta em tempos distantes, e, quiçá, coexistindo com o Homo sapiens sapiens, parece estar com os dias contados. Seria este um dos sinais esperados da grande transformação por que passará, inevitavelmente, os terráqueos rumo a um futuro desconcertante, que rasgará os selos sagrados das profecias apocalípticas?

Façamos o Homem à nossa imagem e semelhança
                                                               Gênesis 1: 26

Anu, em seu disco alado, Enki, Enlil, os anjos e a criação do Homem
A descoberta inquestionável das tábuas cuneiformes sumerianas, nas quais figuram a glória e o esplendor de um povo que, literalmente, desceu dos céus - os Anunnakis - tornou-se um dos adventos das novas teorias, que redesenham o traçado da Humanidade no planeta Terra; e os textos emblemáticos e de tradições milenares são revisitados à luz de interpretações, que, paulatinamente, impõem outras reflexões.  O triângulo que unifica os sumerianos, acadianos e hebreus em um linha coerente na história da Mesopotâmia, berço da civilização humana, aponta para o desvelamento da verdade sobre a origem divina do Homem, cuja semente primordial fora engendrada no mundo por raças avançadas e superiores, e que, um dia, estiveram nessas plagas. A constatação inequívoca e estupenda dos planos do DNA humano, em que a horizontalidade ratifica a presença genética, e que comprova a linha evolutiva daquele, desde o surgimento de seus ancestrais mais primitivos no planeta, conflitua-se com a verticalidade, na qual se descobriu, claramente, que o código encontrado não pertence a qualquer espécie terrena, abrindo, desse modo, o grande portal para as estrelas. Na hélice do DNA do Homem, uma sequência foi implantada e, portanto, sofreu um processo de endogenia sideral. Astrobiólogos, astrofísicos, arqueólogos, geneticistas, estudiosos de ufologia e a comunidade científica internacional são unânimes ao afirmarem que a vida humana, que floresceu, surpreendentemente, nos últimos 200.000 anos, dando um salto qualitativo, de forma monumental, em comparação à cadeia evolutiva dos primatas, dos hominídeos e afins, fez reacender a chama em torno desse item da estória do Homem e, ainda, mal explicado e sem teses consistentes, que validassem o boom fantástico de evolução, que aquele tivera em um curto espaço de tempo. Todos, sem exceção, defendem, cada vez mais convictos, de que o Sapiens é fruto de uma engenharia genética sem precedentes na civilização e criado pela vontade dos alienígenas, que eram os deuses representados na mitologia sumeriana, há mais de 6.000 anos atrás, chancelados como líderes supremos pelos acadianos e, por fim, renomeados pelos hebreus na tradição literária da Torah. A despeito disso, portanto, um questionamento se cristaliza: o Homem é mais uma espécie alienígena na Terra?

E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental;
                              e ali pôs o homem que tinha formado.
                                                                                    Gênesis 2:8

E-din, o espaço - porto dos Anunnakis
Mais do que pautar o pensamento em saltos infundados, e em uma imaginação sem limites, é perceber, com clareza e contundência, as provas incontestes, que emergem na atualidade, através das inumeráveis pesquisas, hipóteses e teses, que têm conduzido todos aqueles que buscam partes dispersas de um elo perdido, com  o comprometimento e a seriedade devidas, para a reconstituição do painel elucidativo das estórias que fundaram o planeta Terra e todos os seus habitantes. Aos poucos, a sombra que repousava sobre um hiato temporal e que, forçosamente, manipulado por um grupo de pessoas, detentoras do real poder de informação, está sendo dissipada, para o bem da história da Humanidade, que tem o direito de saber sobre seu passado. E a Bíblia, mais especificamente, o Velho Testamento, não somente guarda, mas mantém, sob o véu da alegoria e das representações, os símbolos que devem ser desvendados para a compreensão da existência do Homem na Terra e sua relação (extra)orgânica com a galáxia. A narrativa sinóptica do Gênesis, o primeiro livro da Torah, é o exemplo vivo de uma saga estelar em que as palavras ultrapassam o ludismo das fábulas e da própria religião para desvendarem realidades cada vez mais sólidas, impossíveis de serem negadas diante de textos históricos e religiosos, que precederam o livro que fundou a tradição esotérica do Ocidente: as linhas mestras do judaísmo - cristão. A criação do Homem, um evento tecnológico e não sobrenatural, e sua transposição para o Éden bíblico ratificam a tese de que outra raça estivera presente no cenário ímpar, que fora o jardim paradisíaco, como está descrito nas Escrituras Sagradas. Ora, a considerar a existência da região, localizada entre os dois rios, o Tigres e o Eufrates - a Mesopotâmia -, e que, atualmente, é o Iraque, que abrigou o referido jardim, um questionamento sem resposta paira no ar: onde está o Éden dos tempos da Criação se a localização do dito paraíso ainda existe no globo terrestre, embora suas marcas tenham misteriosamente desaparecido? À indagação segue uma hipótese interessante: o Éden também fora (teria sido) um lugar transplantado na Terra; zona proibida para os homens e de acesso livre e irrestrito para os deuses. As tábuas cuneiformes sumerianas não deixam dúvidas e são inquestionáveis ao retratarem o paraíso denominado Éden e que, também, integra a narrativa bíblica. A palavra Éden remonta à língua sumeriana na forma E-din. Diante da semelhança vocabular, como explicar a presença do referido lugar, localizado, geograficamente, em planos similares? Os hebreus, em sua narrativa modificada, aludem a um deus único, pois o princípio e a base, que constituem esta cultura semítica, no campo da religião, é o monoteísmo, distando do panteão das divindades sumerianas, que são os Anunnakis. Gigantes em sua morfologia,  e como estão desenhados nas tábuas de argila, os Anunnakis são, também, os Nefilins, e que estão presentes no Gênesis bíblico. Se o Éden existiu e as evidências são confirmadas pelo texto da Torah, a despeito de lugar semelhante, descrito na mitologia sumeriana, o que era, então, o E-din dos Anunnakis? A resposta é cristalina e documental: o E-din constituía-se em um espaço-porto, como está revelado em uma das tabuletas descobertas por arqueólogos, e ficava suspenso na região que compreende os rios na Mesopotâmia. As naves dos Anunnakis atracavam neste espaço-porto e as divindades com seus séquitos constantemente desciam e subiam naquele local, pois ali era um dos lugares de exploração dos minérios de que tanto necessitavam para a sobrevivência de sua espécie. A narrativa bíblica informa que dois anjos postavam-se na entrada do jardim, guardando-o e impedindo não somente a aproximação de algum estranho como também a tentativa de ingresso de quem quer que fosse naquele espaço sagrado. A par dessa observação, outro questionamento se impõe: por que tamanha segurança, se na Terra, segundo a Bíblia, existiam somente duas pessoas, Adão e Eva? Com espadas de fogo empunhadas, os terríficos anjos, a serviço de Iavé, vigiavam o Éden, permanentemente, e receberam ordem do Altíssimo para eliminar possíveis invasores. Tal descrição causa, simultaneamente, desconforto e contradição. Seriam os anjos os tais seres ou as sentinelas da realeza Anunnaki? As espadas não poderiam ser armas avançadas para execução? O fato é que os homens não poderiam ter acesso às minas de ouro das quais a extração era feita em regime escravo e transportada para os céus, após serem embarcadas em suas naves, estacionadas no espaço-porto. Conclui-se, portanto, que a palavra hebraica Éden, cuja tradução é paraíso, deriva-se da forma Edinu, vocábulo acadiano, que, por sua vez, originara-se na forma sumeriana E.din. Por ter duas origens distintas, o Éden significa, ainda, estepe ou campo aberto; luxo e delícias. Assim, pode-se ter uma ideia clara do jardim: um campo aberto, provido de luxo e delícias, em que o homem, criado por Deus, segundo a narrativa hebraica, ou pelos Anunnakis, tinha limites para passear e gozar de alguns privilégios ali existentes. Seria o E.din uma criação artificial, em escala menor, do lar dos Anunnakis, na Terra, uma vez que sua localização estava abaixo de um dos espaço-portos? Impressiona, sobremaneira, o fato que está comprovado, cientificamente, de que a geografia em torno do E.din existiu antes e após o evento planetário conhecido por Dilúvio Universal, permanecendo, portanto, intocável até os dias atuais. Por ser o lugar onde Deus/Iavé formou do barro o primeiro homem - Adão -, além de colocá-lo no jardim das delícias com a primeira mulher - Eva -, o referido local era o repositório da misteriosa Árvore da Vida e da Árvore do Conhecimento. Para o primeiro homem e a primeira mulher, a liberdade de ambos tivera seu fim bem como a eternidade que eles gozavam, com o advento do pecado original, fruto da desobediência a Deus. Assim, postula-se a seguinte questão: se o paraíso edênico era uma realidade palpável e não apenas uma metáfora bíblica, e que seu desaparecimento não deixara vestígios, teria sido o E.din não um ambiente artificialmente criado pelos Anunnakis na Terra, mas um verdadeiro laboratório para experimentos de toda ordem, que incluiu o projeto denominado A Criação do Homem a fim de que ele fosse observado, em seus vários estágios evolutivos até à falha ocorrida em sua estrutura, que fora o fatídico e legendário pecado original?

Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito. E ela perguntou à mulher: "Foi isto mesmo que Deus disse: 'Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim'?                                                                                                                                                                                                                                                                        Gênesis 3: 1                                                                                                                                                                                                               
O olho da serpente - Reptilianos na Terra
A representação alegórica do Gênesis rompe as fronteiras de uma linguagem de cunho estritamente religioso na qual a presença de uma divindade suprema não se sustenta diante dos indícios e das interpretações, que abrem outros portais do conhecimento. A Bíblia, vislumbrada em seu teor estelar, codifica, de forma sintética e por questões óbvias, o primado da verdade universal sobre as humanidades plurais, que existiram no planeta Terra, e sua conexão contínua, potente e necessária com as cadeias cósmicas. Assim, ao lançar a visão crítica sobre a narrativa em questão, o passado não emerge como módulo singular distante e diacrônico a fim de revelar o surgimento e o percurso da espécie humana no quadrante da Via Láctea; mas, antes, captura, através de símbolos, imagens e construções arquetípicas e complexas, os elos de outra natureza, que definem e atualizam a rota do Homem na grande estrada que (re)liga seres terrenos a entidades galáticas. Portanto, a importância indiscutível do texto bíblico não se resume ao fato de ser a base evolutiva das diversas estórias, que permearam as culturas da Suméria e da Acádia, e que formataram a tradição judaico - cristã e seus pilares cabalísticos, mas, na linha das semelhanças e dessemelhanças com os fatos históricos, já comprovados pela arqueologia do mundo antigo, na contemporaneidade, a relevância daquele está no fato inequívoco de que os eventos narrados, aparentemente fabulosos, como muitos acreditam serem, formam a intrincada rede de fatos em um texto curto, porém denso, ecoando para além do imaginário coletivo de uma humanidade, cada vez mais absorta, ao revisar, criticamente, o Livro do Gênesis à luz das descobertas e das comprovações científicas sobre um passado que, na verdade, está mais vivo do que nunca nos tempos finimilenares. A possibilidade iminente da presença de outras raças alienígenas, nos dias atuais, é o fio continuum de uma realidade imutável desde a criação do primeiro homem no planeta Terra: o Adapa sumeriano, que se tornaria mais tarde, no código estelar hebraico, o Adão bíblico. As narrativas ditas oficiais remontam à queda do primeiro homem e da primeira mulher no jardim das delícias, ao aludirem ao tenebroso episódio no qual aqueles, criados por Iavé, teriam cedido à tentação da maldita serpente, que os induziu a comer do fruto da árvore do Bem e do Mal. A partir daí, a estória mítica é o self portrait da Humanidade: perdeu-se a imortalidade, obteve-se a consciência e herdou-se, para sempre, a Morte, tornando-se, para além de todos os descalabros, a maldição advinda da ira implacável do Deus Todo Poderoso. Em meio a esta tragédia, percebe-se a presença de um ser, de origem estranha, que dista da estrutura e da morfologia do Adapa/Adão, e que foi o protagonista desta ação abismal: a serpente, que, na verdade, é a imagem universal de um reptiliano. Indaga-se: não há algo de errado na narrativa bíblica em que humanos e répteis constituem o marco assombroso na estória da civilização humana, apartando o mundo das entidades superiores do paraíso nascente, nas escalas inferiores e que parecia promissor?  

Respondeu a mulher à serpente: "do fruto das árvores do jardim podemos comer,
mas do fruto da árvore que está no meio do jardim", disse Deus: "não comereis dele, nem nele
tocareis, para que não morrais."Disse a serpente à mulher: "certamente não morrereis porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal."
                                                                                                             Gênesis 3:2-5
                                                                                                                                      
A árvore do Bem e do Mal
O número de elos partidos aumentam exponencialmente e a fulgurante legenda em torno da criação do Homem põe em xeque a veracidade dos fatos, como estão narrados e sequenciados no Gênesis bíblico. O que faria um reptiliano no jardim do Éden sem que Deus, em sua onisciência, percebesse a astúcia e o plano de tão hediondo ser? O pretenso documento, que registra o berço da Humanidade, oscila entre o plano da fábula, que, absurdamente, recebe contornos marcados por uma estória sem créditos, e o possível patamar de uma narrativa, em seu conteúdo sintético, ter sido solapada em suas bases fundadoras ou vituperada para ocultar os fatos que, definitivamente, colocariam o Homem no centro da lente da objetiva, ainda em profunda distorção com uma realidade milenar e sua verdade descabida. Todavia, a perseguir esta linha de raciocínio, o próprio mosaico de incongruências, que aparece mal entrelaçado na narrativa do livro do Gênesis, paradoxalmente, deixa pistas consideráveis, que, a priori, denotam álibis para o soerguimento de teses e/ou hipóteses a favor do emblemático texto, que trata da criação do mundo, dos seres vivos, do primeiro homem, da primeira mulher, do enigmático paraíso edênico e da descoberta da consciência daqueles em relação ao seus criadores e aos patamares cosmológicos. Nem tudo está perdido! Os vazios abissais nesse quebra - cabeças, de dimensões inimagináveis, promovem a emergência do conhecimento, que confere sentido a uma estória quase insofismável para ser compreendida, quer nas personagens históricas da antiguidade, quer nas mentes críticas dos tempos ciberizados. Nesse sentido, a posteriori, as lacunas, que poderiam assaltar a compreensão de todos os estudiosos do código estelar - a Bíblia -, transformam-se em reflexões quase lógicas diante das contradições apresentadas em um texto de cunho sinóptico e de relevos acidentados. A despeito disso, cabe a seguinte indagação: por que uma serpente, que fala como os humanos, sendo dotada de uma inteligência admirável, aparece como o elemento desestabilizador na trajetória de uma humanidade, que estava sob o véu imponderável da perfeição? Não parece contraditório a presença de um animal, de natureza completamente distante e distinta da ordem dos humanos, em um cenário, em que os atores principais (eram!) deveriam ser o Adapa/Adamu/Adão e sua coadjuvadora? O diálogo entre o mais astuto dos animais - a serpente - e a primeira mulher - Eva - não foi tão sereno e superficial como está na narrativa, apresentada de forma pontual. Certamente, para que a argumentação da serpente lograsse o êxito desejado era necessário que o seu poder de convencimento fosse sólido o bastante para induzir e/ou persuadir a mulher para que esta se apossasse e comesse do fruto proibido, como fizera, para finalmente ter acesso, junto com Adão, ao maravilhoso mundo do conhecimento do Bem e do Mal. E se a serpente era astuta, a mulher, por seu oposto, era carente dessa qualidade, o que comprova a tese de que o fabuloso animal era mais do que uma simples víbora ou algo congênere, segundo os répteis que já existiam na Terra. A serpente era um reptiliano no meio da trama da criação de Adapa/Adamu/Adão, e que o levou, junto com sua mulher, ao abismo de sua própria existência. Como poderia um simples animal, ainda que dotado de inteligência, tal qual a dos humanos, ter o poder de interferir em um lugar, sabidamente uma réplica do paraíso celestial, transplantado na Terra, naquele que seria o coroamento do infalível (?) projeto da Criação? E como se deu esta interferência longe do conhecimento de Deus, segundo a narrativa bíblica? No caso do mito sumeriano, o E.din seria um laboratório criado pelos Anunnakis na Terra, com a finalidade única para manipular, geneticamente, aquele que seria a evolução do Homem, à semelhança dos deuses nibiruanos. As aberrações entre os elementos que compõem a cena da criação do Homem, a tentação sofrida por Eva no paraíso e o triunfo magnífico da serpente, que logrou êxito, ao arruinar o status quo do homem adâmico, são elementos suficientes para inverter a ordem e o papel de cada personagem na trama mítica, cujo clímax fora a queda espetacular do Homem no jardim do Éden. Mais grave do que a desobediência a Deus, a traição de um ser misterioso eleva o reptiliano à condição de personagem cimeira no holodeck espacial, em um mundo primitivo e dantesco. Afinal de contas: se o paraíso virtual, baixado na Terra, era um dos principais componentes da engenharia genética dos Anunnakis, quem ou qual espécie dominava o mundo antes do advento da primeira humanidade criada por Deus/Iavé/Enki? 

A serpente enganou-me, e eu comi.
                                      Gênesis 3:13

Enki e o homem - serpente: um reptiliano?
Ora, se se considera que os fatos, como foram narrados na narrativa genética, a partir da tradição judaica, sobre o aparecimento do Homem e seu protagonismo na cena da civilização constituem-se na tradução fiel de uma sentença blindada, paradoxalmente, é na desconstrução dessa verdade perpetuada que a outra face da moeda será revelada, cujos traços identitários pressupõem outros fatos; por conseguinte, uma outra estória. Nesse sentido radical, o desconcertante não se ancora na tradição oral ou nos diversos textos escritos na Antiguidade e de culturas que, de forma similar, tratam da origem da raça humana, como é sabido, historicamente, pela civilização do terceiro milênio. Os textos, passíveis de serem manipulados e corrompidos, se desmantelam diante das imagens, que, além do tempo que as preservou, não foram e nem puderam ser subordinadas a desejos e a interesses escusos, que poderiam mudar o curso de uma estória imutável.  A saber: os inúmeros desenhos, feitos e queimados em tábuas de argila, que, por seu processo de feitura - a cunha -, felizmente e para o bem de todas as Humanidades, congelou ad eternum aquilo que jamais será alterado: o verdadeiro surgimento do Homem e o curso de sua descendência em uma terra que, se já foi paradisíaca, um dia, em um passado imemorial, hoje sobrevive sob os entulhos de falsas verdades e à mercê de uma farsa descomunal prestes a ser desfeita. Aqueles que, credulamente, pensam e afirmam que fora o Adapa/Adamu/Adão a personagem central de uma trama, que, na verdade, oculta o segredo dos deuses, descobrem, para o arrepio de muitos, outras inscrições, que revelam a estória que fora ocultada no percurso da civilização humana: a relação ancestral com os Anunnakis e os reptilianos e a disputa mortal por um lugar privilegiado, cheio de riquezas naturais, que fora e sempre será o planeta Terra. De um lado, talvez, um antigo aliado, e, no mito da criação do Homem, um desafeto - a serpente, um reptiliano; do outro lado, os poderosos deuses, os Elohim, que desceram dos céus, tecnologicamente avançados, para produzirem na Terra aquela que seria a sua descendência: a raça humana. Na mitologia judaica, os reptilianos recebem diversos nomes, que se perpetuam na tradição esotérica e religiosa, e que se cristalizaram como verdades dogmáticas no inconsciente coletivo. Quais sejam: Lúcifer, Satanás, Diabo etc. A par dessa constatação, portanto, eis o questionamento: quem era o ser híbrido - a serpente - que tinha a forma reptiliana e que fazia parte do staff dos Anunnakis? Somente um ser de status privilegiado, qualquer que fosse a sua natureza, e um mistério para a compreensão dos estudiosos, em geral, do assunto em tela, poderia estar ao lado dos Elohim, dos Nefilins e dos Anunnakis. Ainda assim, a adaptação do mito sumeriano da criação do Homem, apresentado na narrativa do Gênesis, não desqualifica o texto hebraico da Torah, mas desvia o foco principal da estória, que desvincula o reptiliano da trama dos Anunnakis, relegando-o, por conseguinte, a um plano secundário, e que, na tradição ocidental, se tornara a mais maldita das personagens em todas as mitologias, que referendam as narrativas sobre a criação do Homem e sua queda indelével no planeta. Há que se ressaltar, também, que o texto bíblico, por sua condição sinóptica, oferece poucas pistas acerca da serpente do Mal, que induziu Eva a cometer o pecado original. O fato de o réptil ter que se rastejar, como castigo imputado por Deus, após a sua interferência desastrosa, que arruinou o projeto da criação do Homem, em sua fase final, prova que aquele andava. Portanto, sua forma era e é desconhecida por toda Humanidade, factível apenas de ser representada em desenhos, como está em diversas tabuletas sumerianas. Ademais, os Adventistas, através de um dos escritos da escritora Ellen White, acreditam na tese de que a serpente era uma criatura de beleza descomunal, e que, ao voar, apresentava um brilho excepcional, parecendo ouro polido. Tal descrição não somente a eleva acima de todas as criaturas existentes no planeta como também a coloca na linha de possíveis seres ou raças alienígenas que, pari passu aos Anunnakis, compartilharam de lugares similares aos dos humanos. Qual é a origem dos reptilianos, que testemunharam a criação do projeto de criação do ser humano em um laboratório de porte imensurável, trazido e montado na Terra, e assistiu à falha do protótipo universal, segundo o plano dos Anunnakis?

Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem tem se tornado como um de nós, conhecendo o Bem e o Mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão e tome, também, da árvore da vida, e como e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados para guardar o caminho da Árvore da Vida.
                                                                                                        Gênesis 3:22-24

Sentinelas Anunnakis protegem a Árvore da Vida
Sob o véu de tantos mistérios, que rondam o episódio denominado a criação do Homem e sua breve passagem pelo fabuloso jardim luxuriante, que fora o E.din/Edinu/Éden, o segmento da estória, que é, sem dúvida, um dos mais intrigantes e que promove a cisão entre o que era antes da queda do Adapa/Adamu/Adapa e após o terrível ato de desobediência a Deus/Iavé/Elohim, culminando com a a expulsão do primeiro casal daquela parte do paraíso, que, literalmente, desceu de uma dimensão superior para receber a coroa da Criação, é a existência da Árvore da Vida, sobre a qual as parcas informações se perderam, no tempo e no espaço, como poeira estelar diante do ato abominável, praticado pelo casal humano e que forçou a entidade suprema a rever seus planos quanto à segurança daquela bem como o seu desaparecimento, para sempre, das vistas e do alcance da Humanidade, que, então, nasceria a partir do pecado dito original. O texto bíblico informa apenas que a Árvore da Vida estava plantada no meio do jardim do Éden. Tal localização demonstra, de forma inequívoca, a importância da árvore no contexto da Criação e sua função, embora mortal algum saiba ou soubesse o que ocorrera, efetivamente, com aquela a partir da queda de Adapa/Adamu/Adão, no E.din/Edinu/Éden: teria sido destruída, trasladada ou arrancada por/pelos Iavé/Anunnakis? Após o ato imperdoável, que fora a desobediência de Adão e Eva, ao comerem, conscientemente, do fruto proibido da Árvore do Conhecimento, os Elohim, então, decidiram retirar a Árvore da Vida do jardim das delícias para evitar que aquele acessasse a verdade contida no esplendor da estrutura sobrenatural, que lhe conferiria a Eternidade. Entretanto, a obscuridade em torno das duas árvores, sobretudo a da Vida, impede a produção de um pensamento crítico sobre o tema e impossibilita a compreensão de sua natureza no jardim luxuoso das delícias paradisíacas. As dúvidas e os questionamentos não recaem sobre a criatura, cuja natureza já estava delineada e tivera seu apogeu, paradoxalmente, no desvio comportamental, representado na prática e na admissão do pecado da desobediência, provocada pela tentação da serpente e, por conseguinte, da traição a Iavé; mas, substancialmente, sobre a figura do Criador ou dos Criadores - os Elohim. A trama, neste sentido, não apenas denuncia as incongruências ocorridas no capítulo tenebroso, conhecido por A Queda do Homem no Jardim do Éden, como também abre infinitas janelas de oportunidades para que outros tantos questionamentos emerjam a partir da sequência desastrosa em que todos foram envolvidos, alterando, para sempre, a rota dos deuses, do Homem, do paraíso e da própria serpente, um reptiliano autêntico no cenário trágico do pecado original, o fato. O que se constata, de forma crítica, escapa ao olhar desatento de milhões de leitores, que parecem mais interessados na desobediência, que, per si, é a configuração do próprio pecado, do que nas personagens da narrativa fantástica. Ora: se o Homem e a Mulher tornaram-se iguais aos deuses, ao experimentarem do fruto da Árvore do Conhecimento, e, por conseguinte, se conscientizaram sobre o Bem e o Mal, por que os Elohim se apressaram para proteger a Árvore da Vida a fim de que Adão e Eva não tivessem acesso àquela e se tornassem, também, eternos? A obviedade do questionamento revela a face escura da lua. A saber: os deuses, na verdade, temeram o Homem e seu poderio crescente. Ao invés de a leitura da narrativa bíblica ser interpretada à luz da possível fraqueza do Homem, o texto deve ser recebido como uma tentativa autônoma da criatura em relação ao Criador. Se os Elohim eram realmente imbatíveis, por que inserir no paraíso a presença hedionda de dois querubins, que vigiavam a Árvore da Vida, em todos os seus lados, portando espadas flamejantes, que eram, em essência, duas armas tecnologicamente letais? Mais uma prova cabal de que a força crescente da criatura aumentou ainda mais o temor do Criador. Adapa e os Elohim, portanto, estavam em patamares semelhantes. O texto e sua estrutura sinóptica, concentrando mininarrativas, desvia a atenção do leitor; e o foco, que deveria ser o reptiliano, recai sobre a Árvore da Vida e a expulsão do Homem do paraíso. Há uma intenção clara de rebaixamento do reptiliano no evento e sua redução no plano natural, ao ser amaldiçoado por Deus, tendo que rastejar sobre seu ventre eternamente, além de ser, a partir de então, a mais odiada de todas as criaturas na Terra, pelo que fizera, quando induzira Eva a comer do fruto dito proibido. Indaga-se; que poder fenomenal estava na esfera do reptiliano, que conseguira triunfar na zona perfeita do Criador - o Éden - ao malograr o plano de Deus, levando sua criatura à ruína eterna? O reptiliano, Adapa e os Elohim, na verdade, gozavam de naturezas distintas, mas eram dotados de projetos similares. Eram todos iguais. As criaturas alcançaram os Criadores. O gênesis bíblico, um texto montando em recortes inconclusivos e sem quaisquer nexos temporais, espaciais e, principalmente, semânticos, solapa a compreensão de qualquer estudioso das escrituras, pois, na sequência que fez com os Elohim mudassem radicalmente a trajetória do Homem e alterasse os planos sobre o E-din, não há qualquer informação sobre a não - permanência do referido jardim, na Terra bem como o destino que tivera as duas árvores. A falta de coesão e de coerência neste episódio tumultuado provoca mais uma indagação: se o jardim, as árvores, os querubins e tudo que havia naquele local desapareceu sem deixar quaisquer rastros, não seria todos os elementos partes integrantes do espaço - porto dos Anunnakis, que tiveram que recolhê-lo  para serem transportados, quando evadiram-se  da Terra, após o fracasso da engenharia genética, que criou o Homem/Adapa/Adamu/Adão? 

E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
                                                                                                                Gênesis 2:7

DNA (extra) Humano: a hélice do mistério
Entre um passado mais do que pretérito, adormecido e congelado pelo Tempo, em estórias que desafiam os limites da compreensão humana e um futuro que se presentifica, de forma imponderável, através das diversas descobertas científicas na atualidade, a nuvem do mistério, gradativamente, se desfaz, concorrendo para o desvelamento de verdades milenares e para o fim de milhões de questionamentos, cifrados em textos históricos e religiosos, espalhados pelo mundo e representantes de várias culturas. O caso em tela, as Escrituras Sagradas, a Bíblia, alegórica por excelência e, portanto, portadora de diversos códigos, em vias de decifração, estabelece, na cadeia das temporalidades, a conexão que une e reúne espaços singulares, antes rompidos. Entre os componentes fantásticos dessa religação sideral está a revelação, a partir do Projeto Genoma, de que, ao lado das sequências decodificadas do DNA humano, há uma sequência não - codificada, que até recentemente era denominada de DNA lixo (junk dna). A classificação, não por acaso, atendia um princípio lógico: os cientistas, ao mapearem essa parte do DNA humano, consideraram-na como parte descartável ou sem qualquer função na estrutura daquele. Seria realmente plausível que uma parte da sequência não - decodificada do DNA existisse (como existe de fato!) e, simultaneamente, não tivesse razão alguma de ser ou fosse completamente sem valor ou nula na constituição da espécie humana? A premissa inicial, lançada pelos cientistas, em verdade, ocultava a incapacidade de os especialistas no assunto e, sobretudo, o grupo que investiga e trabalha no Projeto Genoma, para descobrirem e, por conseguinte, compreenderem o chamado DNA lixo. Entretanto, havia um consenso de que era uma questão de tempo até que novos estudos trouxessem à baila a verdade sobre esta sequência não - codificada. Qual seja: está comprovado que 97% da cadeia não codificada do DNA humano advém de uma estrutura orgânica desconhecida, que não há similar no Planeta Terra; é, indubitavelmente, herança genética provinda de vida extraterrestre. A perplexidade e a euforia invadiram a comunidade científica internacional, pois o que era vilão tornou-se herói: o dito DNA lixo, composto por genes que não codificam proteínas, antes era visto como algo sem valor, dispensável, mas, diante das novas evidências, descobriu-se que são eles que determinam o desenvolvimento, a manutenção e a estrutura do corpo humano. O DNA lixo, na verdade, é o comandante de todas as sequências codificadas dos genes no ser humano. Além disso, o DNA lixo é o responsável direto pelo controle, ativação, desativação e reativação dos genes no que tange à produção ou não de proteínas, se necessário, no corpo humano. As pesquisas em torno do Projeto Genoma estão apenas no alvorecer de um longo caminho a ser percorrido, ainda, pelos cientistas, que sabem que tais estudos já são um divisor de águas na evolução da Humanidade. A constatação de que uma das fitas sequenciais do DNA humano não tem origem na Terra é uma das mais mensagens descobertas na estrutura fundamental do Sapiens mais estonteantes, e, quiçá, em todas as suas versões históricas, em retrospecção, e que, para o bem ou para o mal, obrigam a todos a olharem para o Alto, como faziam os povos das antiguidades, a fim de buscarem a verdade sobre a origem de todas as espécies de vida, existentes no planeta, principalmente, a do Homem que, ainda, é um mistério; um verdadeiro enigma estelar. Qual é a raça alienígena, que criou, programou e implantou o código genético extraterrestre em todas as formas de vida na Terra? 

Pelo seu sopro ornou o céu: a sua mão traspassou a serpente veloz.

                                                                                                        Jó 26:13

A Constelação de Draco
A grande pirâmide de Gizé, no Egito, além de estar alinhada com as Constelações do Cão Maior (Canis Major), onde está a estrela Sirius, e a Constelação de Órion, cujo cinturão estelar é conhecido no céu pelas Três Marias - Mintaka, Alnilan e Alnitak -, símbolos primevos, que marcam a existência do Homem na Terra, está também alinhada com as constelações da Ursa Maior, Ursa Menor, onde está localizada a estrela Polaris, e, misteriosamente, com a Constelação de Draco, berço dos Draconianos: i.e, os Reptilianos, seres que comungaram de um passado comum com a raça humana, quando os dias e as noites eram eternas. Destarte, para além dos códigos estelares, uma questão transita nas esferas do desconhecido: serão os descendentes de Draco os invasores no planeta Terra, os protetores da Humanidade ou os predadores de raças alienígenas na cadeia cósmica?




quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ATLÂNTIDA , O ESPLENDOR DE UMA ERA!


O enigma que encerra a verdade sobre a origem do Homem repousa em planos espaciais e temporais; singulares e equidistantes. Na parábola de envergadura ímpar, o acidente que enevoa as coordenadas de um caminho imerso em pistas quase indecifráveis. Na incógnita mortal, o silêncio atlântico a perturbar a própria História, que, mais do que remota, fora magistralmente soterrada por escombros de uma lenda que nos religa a um planeta conectado com o Cosmo, talvez mais azul e menos bárbaro do que o atual. Na legenda ancestral, o elo que aproximou humanos de não - humanos; na era intergaláctica, o abismo que aparta terráqueos de alienígenas. 

  • Será tudo isto uma trama autêntica da ficção científica, uma lenda, uma falácia, ou a mais terrível das verdades sobre o ser humano, sua origem e suas conexões galácticas?


Atlântida representou mais do que as incontáveis versões, que tratam desta civilização como um grande continente perdido, em tempos imemoriais; ou de um paraíso terrestre, que parece ter tido uma significação temporal para o surgimento de outros povos de envergadura maciça e inquestionável  na Terra, após o seu dramático desaparecimento. Quais sejam, por exemplo: os Sumerianos, os Maias, os Egípcios, os Celtas, dentre tantas civilizações fantásticas, que, para desespero de cientistas contemporâneos, estão deslocadas no tempo e no espaço, guardando, todas, pontos confluentes e divergentes, e que, em sua grande maioria, apontam para uma origem comum. Por este turno, no arcaísmo de todos esses povos, misteriosos e avançados para as épocas nas quais existiram, a marca d'água tornara-se, indelevelmente, a cicatriz de uma civilização distante, que sobrevivera a um dilúvio dimensões globais e a um cataclismo de  proporções cósmicas. 

  • Que elo singular existiu em um passado mais do que pretérito, e que ligara a pré-humanidade a entidades estelares?


A abordagem sobre os temas que convergem para a Atlântida, um super continente, que, teoricamente, teria se despedaçado em três épocas distintas, até desaparecer por completo, amplia o horizonte de análise para saltos quantitativos e qualitativos sobre a importância desta terra enigmática e de seus habitantes únicos, que existiram há milhões de anos na planeta Terra. Humanos ou não, seres em evolução ou híbridos, em uma transição espetacular, o passado da Humanidade poderá guardar mais segredos do que a mitológica caixa de Pandora. A questão emblemática, que atualiza o mito da Atlântida e seu povo extraordinário está, definitivamente, cifrada na possibilidade de os Atlantes não terem tido sua origem no planeta Terra; e, portanto, a civilização da qual fizeram parte teria sido fruto de uma composição cósmica na qual as condições planetárias favoreceram não só o florescimento desta cultura como também o seu crescimento, a sua expansão, no mundo dos humanos, até a tragédia que os aniquilou da face do planeta. 

  • Seriam os Atlantes descendentes estelares que colonizaram a Terra em eras remotas?


A história de um povo, que testemunhou, em seu próprio passado, a ascensão, o apogeu e o declínio catastrófico, que destruiu a tudo e a todos, de forma implacável, é, em verdade, a máxima que torna a trajetória dos Atlantes e seu continente em uma lenda, que não deixou rastros para seus descendentes nem tampouco provas da existência de uma civilização, onde os corpos transitavam entre as naturezas etérea e densa, respectivamente, a força telepática preponderava sobre quaisquer meios de comunicação, que pudessem existir, os seres voavam por todo o planeta em bólidos avançados, e a força dos cristais, que dominavam a cultura atlante, e que, provavelmente, teria sido o ponto de estrangulamento, que ceifou, em uma noite, segundo o relato de Platão, o grande continente e seu povo exuberante, que mantinha uma ligação cósmica sem precedentes no planeta Terra. Assim, o fascínio pela hecatombe, natural ou artificial, é o que provoca, no imaginário da Humanidade, a grande questão em torno de Atlântida. A saber: 

  • Como um supercontinente e uma civilização, invejável por sua tecnologia, foram varridos da face do planta sem terem deixado quaisquer vestígios dessa ruína colossal? 


Detentores de um saber único, os Atlantes dominavam a força psíquica e harmonizavam-na com a energia cósmica. De um lado, a consciência telúrica dos primórdios; de outro lado, a abertura sensitiva para o poder que provinha do espaço sideral. Transitando, portanto, entre a esfera terrena e a espacial, Atlântida consolidou-se na Terra como o grande portal para as estrelas; e os estudos voltados para o magnetismo dos corpos, do invisíveis aos visíveis, da cura pelo uso imantado das mãos, do uso contínuo da mente, através da terceira visão, e o enigmático Vril, energia que teria sido a grande descoberta dos Atlantes, transformaram o paraíso dos semideuses no centro produtor e catalisador do poder singular emanado dos cristais, ao tempo da cidade circular, que flutuava soberana sobre as águas, ainda tranquilas, como um grande corpo insular a desafiar as leis da natureza, da física e, quiçá, da espiritualidade. Levitar blocos maciços de pedra, voar em embarcações aéreas, curar ou ferir pessoas pelo poder energético de uma força, quase mágica, eram atividades do cotidiano em Atlântida. Não existiu no planeta Terra um povo que conhecesse e dominasse a energia imanente dos cristais bem como o seu uso para a manutenção do equilíbrio da natureza terrestre e do espaço estelar; não existiu no mundo dos mortais uma civilização que desenvolveu o poder vibracional, que interagia com as forças da mente, do coração e da luz, que atravessava o próprio infinito para servir de combustível para a sobrevivência de  uma espécie, que possuía duas naturezas distintas: a terrena e a divina. A par deste dualismo, uma questão se impõe: 

  • A Humanidade atual herdou dos Atlantes a essência maldita, que, corrompida, levou Atlântida à própria ruína, ou a redenção de uma civilização, que semeou, no interior de cada um, a fagulha da luz universal, que conduzirá a todos, um dia, à fraternidade estelar?


Atlântida, um paraíso sobre os mares parecia incrivelmente estar fadada aos dias apocalípticos dos quais não escaparia do fatídico desastre, que causou o afundamento do continente insular. Apesar do alto saber tecnológico dos Atlantes e das exortações emanadas da classe sacerdotal acerca dos perigos iminentes, que poderiam pôr em risco a sobrevivência de uma civilização nunca antes vista na Terra, os tempos nefastos trouxeram as sementes do Mal e as da destruição,  em massa, responsáveis pela extinção de um povo, que estava acima das próprias leis naturais, e que dominavam a energia invisível presente no planeta e aquela oriunda do espaço cósmico. Soma-se ao capítulo sombrio do arruinamento total da terra dos portais dourados e dos cristais mágicos, as possíveis catástrofes naturais, que concorreram para o aniquilamento, em épocas distintas, dos Atlantes, que, gradativamente, sofreram com a submersão de partes gigantescas do continente até se tornar uma ilha entre a América do Sul e a África. Estranha e curiosamente, o nome Atlântida remonta a um titã monstruoso chamado Atlas, e que por ter tentado enfrentar Zeus para derrubá-lo do Olimpo, e, assim, alcançar e tomar o poder universal, acima do firmamento, recebeu, como castigo divino, o sofrimento eterno, que fora o de carregar os céus sobre os próprios ombros. Os Atlantes desrespeitaram os princípios; os valores morais, éticos e espirituais. Tentaram ser deuses e foram tragados por seus desejos insanos de tirania. Cosmo e Gaia, juntos, fizeram desaparecer da terra os seres híbridos dos primórdios. Entre a mito e a lenda, infinitas semelhanças e uma imponderável indagação: 

  • Coincidência?


Para além da legenda, que consagrou a trajetória dos Atlantes e sua cidade perdida, no tempo e no espaço, a verdade deste continente mítico abre margens consideráveis para que postulações sobre a origem de um povo tão singular não tenha sido em berço terráqueo. Há, neste sentido, uma linha tênue entre a ficção e a possível realidade, pois o itinerário a ser perseguido jaz em sombras, divagações e, na maioria das vezes, em indagações, cujas respostas estão, ainda, imersas em um silêncio, também atlântico; à guisa de revelações. A Atlântida é um elo vivo, que une o passado mais remoto de um planeta, que emergiu na galáxia, em expansão, como a morada de deuses, e um futuro que apontará a evolução da Humanidade. O presente mergulhado em dores atlânticas é a prova de que os descendentes atuais de Atlântida carregam no inconsciente mais arcaico  estigma longínquo de um tempo em que céus, cóleras, disputas, traições e batalhas dividiram seres de mundos diferentes em planos díspares da espiritualidade. O ressurgimento do continente, que guardou os segredos de um aquário cósmico, que desaguou na Terra os fluidos atemporais de entidades etéreas, revolucionará o pensamento de um ser, que ultrapassará os portais de luz para atingir a estatura máxima de um componente estelar - a volta do Homem ao seu passado adormecido; pó incinerado, que faz arder astros e semear mundos e mundos na vastidão do Universo.

  • Atlântida: o berço transgênico da Humanidade ou uma nave intergaláctica em forma de ilha?


Toda lenda pode ser uma criação coletiva de fatos que jamais aconteceram ou de pessoas que nunca existiram. Neste sentido, é também crível que Atlântida seja uma rede intricada de estórias, que conjugam mitos, hipóteses sobre afundamentos, cataclismos, objetos estranhos e tecnologias desconhecidas pelas humanidades que sucederam este continente, considerando a tese válida de que a civilização insular reinou soberana na Terra em três períodos distintos, segundo pesquisadores, historiadores e crentes na sentença de que um povo super avançado estivera entre os seres humanos. De um lado, pesam as teorias acerca de os Atlantes serem humanos, que alcançaram um patamar de conhecimento único no planeta, e que o ciclo dessa cultura dourada teria chegado ao seu fim, de forma patética, através da corrupção da raça, da degeneração dos valores, de toda ordem, do desrespeito total à natureza e da utilização para fins destrutivos do poderoso Vril, que, sobrecarregando a segunda lua de Atlântida, teria causado o choque descomunal do satélite artificial contra a própria Terra, culminando com o extermínio total daqueles. Do outro lado, sobrepesam, de modo crescente, as diversas correntes, que defendem, amplamente, a tese de que os Atlantes seriam filhos dos Pleidianos - seres estelares oriundos das Plêiades, e que teriam habitado a Terra antes do Dilúvio Universal e do aparecimento do primeiro Homem no planeta. Assim, os Atlantes, que eram descendentes pleidianos e os primeiros gigantes a povoarem a Terra, teriam constituído uma das populações denominadas pré-adâmicas. As ideias, neste sentido, se avolumam e têm se fortalecido em virtude de vários fatores históricos, e que são lacunas imensuráveis para a compreensão sobre a origem do Homem, sua ancestralidade e sua possível conexão com seres de outros mundos, de outras galáxias. Neste sequenciamento, portanto, muitas descobertas, em vários sítios arqueológicos, têm despertado um grande interesse na comunidade científica internacional no sentido de investigar um número considerável de semelhanças, que existem entre as várias civilizações do passado, deslocadas no tempo e no espaço, e que, em cujas estórias há elementos incontestes que se interrelacionam, de forma assombrosa e inexplicável. No limiar de uma nova era, as peças de um quebra-cabeça gigantesco começam a se encaixar, e a verdade parece, gradativamente, a emergir das densas trevas que encobriram, por muito tempo, a visão torpe e limitada do Homem.

  • Finalmente, o elo perdido estaria sendo descoberto, anunciando, decisivamente, um novo tempo para a Humanidade do transmilênio? 


Mais do que um sinal, esta civilização inigualável, ao desaparecer, de forma misteriosa, da face da Terra, deixara uma verdade para as gerações vindouras. Tal verdade, que pode estar em documentos, papiros, engenhos avançados, ainda desconhecidos; em placas com hieroglifos, por exemplo, certamente, ao emergir das sombras espessas, revelará ao Homem o seu passado mais remoto bem como indicará os novos caminhos que a Humanidade deverá seguir rumo à quinta dimensão. Assim, um dos mistérios, que ronda esta possível descoberta, movimentando cientistas, arqueólogos, historiadores, no mundo inteiro, estaria ocultado, segundo preceitos e leis, que todos desconhecem, sob a pata da fabulosa Esfinge de Gizé. O complexo que envolve a esfinge e as três pirâmides próximas e alinhadas umas às outras é, para muitos, a chave de acesso para o desvelamento do grande segredo que une Atlântida, o continente perdido, ao Homem, que sucedeu aquela gloriosa civilização, ao ser tragada pelos mares, impiedosamente, por razões que pairam sobre ares hipotéticos e fantásticos. A Esfinge de Gizé, contrariando e aniquilando as teses de que este monumento híbrido, metade homem, metade animal, teria sido construída pelos antigos egípcios, na verdade, fora erguida, de forma suntuosa, pelos Atlantes, ao tempo da hecatombe que destruiu a civilização dos cristais. Os testes mais avançados de datação por carbono 14 derrubaram uma verdade considerada pétrea para os egiptólogos, que defendiam, arduamente, a ideia de que a Esfinge de Gizé teria cerca de 4.500 anos A.C, quando esta enigmática construção tem cerca de 10.500 anos de idade  erigida sobre a terra. Este fosso brutal, que separa era distantes, no tempo e no espaço, levanta outra suspeita: o Dilúvio Universal, que exterminou quase toda população mundial em período anterior à construção da esfinge, pois a parte inferior da construção apresenta ranhuras e sulcos exemplares, cujos vestígios apontam para resquícios de elementos significativos de um tempo em que todo o Egito estivera debaixo d'água. A despeito disto, portanto, indaga-se: chuvas torrenciais ou mares no deserto? Tal hipótese não se sustenta diante das constatações comprovadas pela ciência contemporânea.

  • A Esfinge de Gizé seria um dos elos mais contundentes que os Atlantes construíram para que a humanidade do futuro soubesse o que, efetivamente, acontecera no passado mais distante no planeta azul?


O complexo de Gizé, que compreende a grande esfinge e as três pirâmides juntas - Quéops, Quéfren e Miquerinos - compondo uma paisagem misteriosa, bela e surpreendente, formam o painel configurativo de um tempo que testemunhou a glória, o esplendor, a queda e o extermínio de um povo, que jamais pensara que seria eliminado da superfície do planeta. Paira, indubitavelmente, um silêncio mortal sobre este conjunto de construções, que, paradoxalmente, e para a fortuna de todos os mortais, a ausência de documentos, de bulas, tratados e/ou mapas sobre a Atlântida e seu povo, representa o oposto do que se desvela diante da humanidade do terceiro milênio, pois os Atlantes desapareceram, e isto é fato; entretanto, o Homem tem uma grande e inequívoca missão: interpretar e compreender a mensagem, que advém deste silêncio e que está sob a esfinge monumental e as pirâmides de linhagem estelar. Há um clamor espetacular e terrífico, que vem de um passado distante e que está congelado na imagem colossal dessas pirâmides e na posição portentosa da esfinge, cujo olhar está arremessado para um tempo mais do que pretérito, guardando a estória, a verdade e a trajetória de uma cultura, que não estivera na Terra por acaso. Os Atlantes foram aniquilados ou exterminaram-se a si próprios; e não há, ainda,  evidências robustas, que comprovem a forma como esta civilização declinou e sucumbiu no tempo. Todavia, as provas parecem estar em vários lugares e nas diversas estórias coincidentes, que permearam culturas do passado às quais a ciência contemporânea tem acesso. Muitos ensinamentos, que perduram até os dias atuais, e que vieram de outras civilizações, como a egípcia, a sumeriana, a acadiana, a grega e, também, a babilônica, têm relação comum nas estórias desses povos, e que remontam à uma época em que grupo de pessoas, sábios e/ou sacerdotes de Atlântida teriam transmitido àqueles para a manutenção do saber primordial, pois sabiam do fim iminente que viria sobre aquela cultura. Outrossim, os cientistas têm comprovado que povos de outras culturas, em outros lugares, também receberam ensinamentos semelhantes, e que concorreram para o florescimento de outras civilizações, além da permanência do referido saber primordial, que, sem o qual, a raça humana não teria sobrevivido. Na trilha histórica da  passagem dos ensinamentos atlantes para outras civilizações na Terra estão os Maias, os Incas, os Astecas, os Toltecas, os Olmecas bem como os Celtas e os Hindus. Povos e culturas diversas, em lugares diferentes, distantes no tempo e no espaço. Símbolos, cultos, lendas e estórias semelhantes, que conectam verdades mitológicas a deuses que vieram das estrelas. Divindades poderosas, que visitaram a Terra, transmitiram aos homens um conhecimento notável, retornaram para seus lares estelares, com a promessa de, um dia, descerem ao planeta que, em eras remotas, os acolheu. Sonho ou pesadelo? O fato é que esta legenda mítica, na qual Atlântida é parte essencial, apresenta mais dados verossímeis do que elementos fabulosos. Estranhamente para muitos e claramente para outros, as três pirâmides, como foram erguidas, estão alinhadas com a Constelação de Órion, que, do alto, parece representar um grande mapa cósmico, ou, talvez, um elo intergaláctico de seres que vieram dos céus, construíram tais monumentos para deles extrair alguma energia. Há, ainda, a tese defendida por outros estudiosos de que as três pirâmides teriam sido um gerador energético de alta potência ou um memorial levantado pelos seres humanos para perpetuarem os dias eternos em que homens e deuses andaram juntos na terra. Se tudo isto é ficção ou um delírio coletivo, a conexão direta entre as pirâmides e Órion não provoca repulsa; antes, desperta e fomenta, progressivamente, estudos cada vez mais profícuos sobre este fato incrível, constituindo-se em mais uma face de um enigma sobre o qual ninguém conhece a sua real extensão.

  • Atlantis, a cidade insular, nasceu no espaço interestelar para semear na Terra a mensagem de Luz?


No cinturão do herói, a incrível composição das estrelas, que, no espaço sideral, estão, inequivocamente, alinhadas com as três pirâmides de Gizé. A saber: Mintaka, Alnilam e Alnitak. A constatação acima relatada engendra questionamentos de toda ordem e acirra teses, que trazem à baila a ideia irrefutável de que a história da Humanidade, com efeito, não começara na Terra. Sob o silêncio atlântico, existe a possibilidade de, um dia, no passado muito distante, ter havido, de fato e de direito, uma conexão direta entre humanos e seres alienígenas, ou, no melhor dos cenários(?), humanos e nossos ancestrais, que eram também humanos, porém mais avançados do que aqueles que ficaram neste planeta - pensamento que se avoluma, gradativamente, entre teosofistas, esotéricos, espiritualistas e simpatizantes de tal teoria. As três estrelas na constelação de Órion, conhecidas popularmente por Três Marias, e visíveis a olho nu, por todos, localizam, no Alto, as pirâmides misteriosas no Egito. Por quê? Seriam as estrelas uma espécie de bússola galáctica para os viajantes estelares saberem onde estava a Terra? As pirâmides seriam receptáculos de alguma força oriunda das estrelas, e que teria servido para algum propósito, ainda desconhecido pela Humanidade, a todos que estiveram no planeta neste passado longínquo? A força emanada do interior das pirâmides, conjugada com raios cósmicos, teria sido uma fonte de energia para os seres avançados, que aqui viveram entre os mortais na saga perdida de Atlântida? Indagações como essas e outras tantas, que se avizinham, de forma soberba, apontam para uma origem singular, em que descendentes estelares e humanos dividiram o espaço telúrico e o ambiente cósmico como ponto de interseção. União que perdurara por um tempo quase eterno, e que o relógio da Humanidade não conseguiu decifrar até os dias atuais; o tempo esquecido pelo próprio tempo, e que traduz, com fidelidade, um elo mais do que pretérito, mais do que perdido.

  • Atlântida: uma nave - mãe, que desceu à Terra para coabitar com Humanos a fim de transmitir os princípios universais da fraternidade celestial, e, portanto, cósmica?


De legenda à saga, um povo nobre, de natureza singular, e, sobretudo, guardião das verdades que religam o Homem à sua própria origem, os Atlantes jamais se perderam, apesar de todas as gerações que os sucederam buscarem, freneticamente, respostas para as perguntas que estão mergulhadas em enigmas, que parecem não ter fim. Muitas descobertas realizadas assim como muitos avanços tecnológicos da Humanidade atual são, com efeito, um verdadeiro déjà vu, pois saltando para este passado, simbioticamente lacrado com um cadeado sem chaves, os humanos pós-cibernéticos revivem as cenas de uma civilização, que dominou os mares, os céus, a terra e a força interna, que há dentro de cada um. A civilização planetária do transmilênio está longe de ser comparada à Atlântida, que atingiu um patamar único, ao saber explorar e controlar as forças telúricas, o campo magnético da Terra e os poderes infinitos da mente, através da telepatia. É sabido que tal painel não correspondera aos anos tenebrosos, que culminaram com a derrocada final de uma era dourada, tendo Poseida como centro emanador de um vasto legado que estava com seus dias contados. As trevas que tombaram sobre Atlântida arrastou para o fundo do mar uma raça corrompida por sentimentos vis; ganância, prepotência, destruição e morte. Assim, parece que os humanos herdaram o lado tenebroso de seres, que, desfigurados, não representavam mais o poder luzidio da cura dos cristais nem tampouco o equilíbrio entre as forças existentes na Terra e no Cosmo em prol da evolução e da ascensão das diversas civilizações e culturas espalhadas pela galáxia.

  • Os Atlantes retornaram para sua pátria galáctica ou adormecem sob a proteção do magnífico Poseidon?


As narrativas que versam sobre Atlântida e seu povo sublime ultrapassam os sinais emblemáticos, que denunciaram, em eras remotas, a grandiosidade indiscutível de uma civilização, que apareceu na Terra para ser o divisor de águas na trajetória do Homem sobre o planeta dos cetáceos e dos golfinhos - os legítimos senhores deste mundo, segundo a tradição atlântica. Águas que foram separadas nos céus para formar na parte inferior do firmamento o lar dos humanos, no mito universal da Criação; águas diluvianas, que inundaram e devastaram as porções secas, que abrigaram seres viventes de todas as espécies; águas que testemunharam, ou o afundamento de Atlantis, a cidade - continente, ou a ascensão extraordinária da gigantesca ilha voadora para lugares altaneiros, deixando para trás um rastro destruidor, que provocou tsunamis colossais e avassaladoras, ao partir, subitamente, para o espaço sideral. Os sobreviventes que restaram na Terra avistaram um fenômeno de magnitude cósmica; e o desaparecimento da cidade de Poseidon, tendo as águas revoltas como cenário magistral, sugere, para além dos simbolismos, o triunfo da vida sobre a morte; dos seres que submergiram em mares infernais para emergirem em oceanos celestiais, revelando, através do inconsciente arcaico da Humanidade, o dia em que todos que comungaram os princípios, as leis, as promessas, o conhecimento e a esperança venceram as precipitações, que alagaram continentes inteiros, mas não apagaram as marcas de um tempo de glória, paz, amor e fraternidade.

  • Atlântida ressurgirá?


sábado, 14 de julho de 2012

ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU?

CROP CIRCLES I:


Uma cortesia do Tercermilenio Channel 


O que estas figuras querem nos revelar?

quinta-feira, 28 de junho de 2012

CONEXÃO GALÁCTICA: A FRONTEIRA FINAL!


Conexão Galáctica: rumo à fronteira final


No limiar de uma nova era, a raça humana abisma-se, vertiginosamente, diante da grande questão, que a persegue, desde os tempos mais remotos, quando a única espécie animal, dotada de inteligência, iniciara sua caminhada longa, progressiva e solitária (?) sobre a superfície de um planeta chamado Terra. Qual seja: definitivamente, somos / seremos a única civilização a povoar o vastíssimo Universo que nos abriga?

Busca de sinal de vida fora da Terra

A indagação, oportunamente formulada, constitui-se em um axioma sem respostas plausíveis ou substanciais perante a busca incessante, que o Homem sempre empreendeu acerca da possível existência de vida inteligente e complexa fora da Terra. Planetas habitados e longínquos, culturas singulares e seres extremamente exóticos começam a migrar de universos scifi para mundos reais; e os contatos imediatos, de quarto e quinto graus, respectivamente, entre humanos e alienígenas são (serão) a última fronteira a ser vencida. Conseguiremos?

Deep Space

Entre a realidade telúrica e o mistério galáctico, que, paulatinamente, descortina suas verdades,  e que ora causam perplexidez, ora causam assombro na consciência coletiva, um efeito dominó, sem precedentes, no trajeto da Humanidade, devasta as teorias clássicas e as mais conservadoras sobre a origem do Homo, em todas as suas versões evolutivas até atingir o status de Sapiens; sua relação com o planeta em que habita, e sua conexão inevitável com o Deep Space, que se aproxima step by step do nosso sistema estelar, onde o Sol, uma das bilhões de estrelas suspensas no Infinito, é a grande usina natural, que gera energia para todas as formas de vidas manifestas nos oceanos, na terra e nos ares do planeta azul.

Sonda Phoenix em Marte

A exploração do espaço no circuito da galáxia e para além dela, através de missões tripuladas e não - tripuladas, é somente uma das múltiplas variáveis na incansável tentativa de buscar as respostas para uma pergunta que está mergulhada em um silêncio cósmico. Muitos questionamentos apontam para outros indícios, e que não distam de nossa percepção limitada sobre as possíveis conexões estabelecidas entre as humanidades de um passado fora da linha do tempo histórico e não - histórico e as populações e / ou culturas vindas do espaço sideral, qualquer que seja o lugar, qualquer que seja a distância - realidades imersas em um enigma terrífico, e, talvez, mortal. 

Misteriosos desenhos egípcios: um helicótero, um submarino, uma nave espacial e um  avião?

Há, portanto, sob a fixidez do olhar humano e das lentes micro e telescópicas do novo milênio,  cada vez mais modernas e precisas, marcas, pistas, trilhas e vestígios assombrosos; peças desconexas de um quebra-cabeças gigante e impossível de ser reconfigurado, pelo menos por enquanto, e que provam a passagem de seres de outros planetas, em lugares e épocas diferentes pelo planeta que parece pertencer somente ao Homem - a Terra. Assim, a tese que aborda a presença de alienígenas, no único planeta localizado na zona habitável do sistema solar, tem sido fortalecida a partir das diversas descobertas, que corroboram e evidenciam a estada daqueles bem como seus possíveis legados, que, de algum modo, foram herdados pela humanidade primitiva, no decurso de sua evolução, até os dias atuais.

Atlântida, o continente perdido

Testemunhas oculares ou não de um passado controverso, o fato é que, desde as estórias míticas, que narram o surgimento do continente Mu, a Lemúria, o apogeu e o desaparecimento da Atlântida; a misteriosa pirâmide de Gizé e a Esfinge; o início dos tempos na visão dos hindus, com a presença de deuses que vieram do espaço, a Suméria com sua mitologia singular, onde os Anunakis teriam descido à Terra, os povos pré-colombianos, cujas estórias entrelaçadas revelam o retorno de divindades, que, um dia, estiveram entre os humanos, além de inumeráveis acontecimentos, ainda à cata de explicação, nos quais o rastro do desconhecido suscita teses infindáveis sobre vidas inteligentes e avançadas fora do planeta água; os seres humanos têm sido surpreendidos com descobertas fascinantes, que apontam para um tempo mergulhado em mistérios oceânicos e um presente crivado de perguntas sem respostas, cada vez mais crescentes.

Contatos Imediatos: do sonho à realidade

Conexão Galáctica, o blogue, surge no universo on line com este propósito: oportunizar questionamentos, de toda ordem, relacionados ao temário que envolve os possíveis elos que nos (re)conectam àqueles que, misteriosamente, aparecem das sombras espessas, indevassáveis, e de um espaço também nebuloso, para declararem à Humanidade que a nave Terra não viaja solitária no espaço sideral; e que há outros passageiros, outros bólidos, naturais ou artificiais, a desbravarem os limites do Cosmo em busca de novos desafios.

Discos Voadores: verdade ou mentira?

Cumpre finalizar que os assuntos relativos à Ufologia, pesquisas sobre alienígenas, aparição de Ovnis, códigos extraterrestres e fatos congêneres deixaram, com efeito, de ser tabu para figurarem como fatos científicos da mais alta relevância no terceiro milênio. É imperativo afirmar, portanto, que a ciência é movida não pela descoberta, mas pelo enigma, cujo sentido visceral conduz a investigação a realidades inimagináveis.

Abdução

Conectar-se com o mistério é preparar o corpo, a alma e a compreensão para o arrebatamento estelar; estar sob a luz galáctica é experienciar a abdução em graus diversos do desconhecido. Qual será a escolha da Humanidade: a luz do conhecimento ou as trevas da ignorância?
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